29 de abril de 2009

PER AUGUSTO & MACHINA


Esta postagem foi retirada na íntegra do blogue da minha amiga Meg, com sua devida permissao e que podeis visitar neste endereco: http://recalcitrantemor.blogspot.com/ um blogue que vale a pena visitar!!!












Hoje, trago-vos, em antecipação, quatro poemas do amigo e grande poeta,
Romério Rómulo, que constam do livro "Per Augusto & Machina",
a chegar muito em breve às nossas mãos, pela editora Altana
.
de quantas nuvens se faz uma loucura?é construída a mão que bate o prego?as estações do corpo só revelamo hábito eloqüente do delírio.que nos corroa a pedra, o visgo loucoda agonia!desmonte do tamanho, o extirpado dente,gengiva em sangue são a mesma facedo hábito terrível de ser homem.quanta eloqüência travada no meu olho!.(uma bravura regenera a noite).
.~~~..
a vaga decisão de ser meu corpo
o elo de teu ventre com a terra.
devo extirpar o gesto adquirido
num, por somenos, ato reticente
de ver distância de mim ser teu intent
eu tenho que arrancar da tua nuca
quando as valas mostrarem nosso rumo
quando as formigas resvalarem atos
de um só ser em nós se validar
vou te mostrar a minha mão candente
meu corpo todo ele enluarado
e o meu dente podre de manhã.
há de sobrar de nós-o quê? –só torpes
rasgos de vento no olho do tufão.
a pura pedra me diz:
quando fui homem?
.
(arrancar da tua nuca)
.
.~~~
..meu corpo traz uma equação de nuvem.
pobres resgatados, desmorados, osso e braço
rezam no ar de penitência suas águas.
proprietários do sobrado, pouco lhes resta.
de tempo, arreganham dentes de uma fome sólida.
ralos de feijão, seus corpos sabem o horizonte da terra.
escaldados, cândidos, um sopro.
.
(cândidos, um sopro)
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~~~
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o meu pecado é válido, se podre
arranca luzes da cidade alta.
qualquer amante a noite se refaz
deixando a güela ressarcir desejos.
quando mães, estacas, se filiam
às quadras do delírio permanente?
se, à noite, piso infernos e bordéis
é que um destino vago me repisa.
somos filhotes desta dor e medo.
somos filiados à mazela rústica.
quanto de podridão varreu-me sempre
se só o acaso dedilha meus olhares?
sou vil filhote desta dor e medo.
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(todo sertão é um caldo de tortura)
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Romério Rómulo
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.«««o»»»
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.ROMÉRIO RÓMULO...no Café Literário
"O Novidades & Velharias, reintroduzindo o quadro de entrevistas intitulado “café literário[1]”, contará com a presença do poeta mineiro Romério Rômulo para debater questões relacionadas aos seus horizontes de criação, preferências e concepções literárias e alguns elementos perceptíveis em seu novo livro de poesia, intitulado Per Augusto e Machina. (...)"Hercília Fernandes
«««o»»»
A propósito da entrevista acima anunciada, Romério Rómulo, deixou-me um convite que é dirigido também a todos os amigos do Recalcitrante, e que passo a transcrever...
meg :
uma notícia.
a professora hercília fernandes,da universidade federal do rio grande do norte,brasil
(ela é conterrânea do moacy cirne),fez uma longa entrevista comigo,e disponibilizou
no
http://novidadesevelharias-fernandeshercilia.blogspot.com/
deixo o meu convite à leitura da matéria a todos os amigos do blog
um beijo.
romério .
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«««o»»»
.
.
Já li a extensa entrevista e confesso que me surpreendeu... fiquei a conhecer muito melhor o Homem e o Poeta ...o seu trabalho, a sua obra e o novo livro de poesia.
Recomendo-a vivamente... a todos.
Bem haja, Hercília Fernandes!
Obrigada, Romério!

22 de abril de 2009

BIBLIOTECA DIGITAL DA UNESCO




A Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) lançou esta terça-feira a Biblioteca Digital Mundial, que permitirá consultar gratuitamente pela Internet o acervo de grandes bibliotecas e instituições culturais de inúmeros países.

21 de abril de 2009

12 de abril de 2009

ACERVO DIGITAL DA REVISTA VEJA - ABRIL EDITORA






Para vocês o link de acesso a todas as revistas VEJA, editadas pela Abril (Brasil) nos últimos 40 anos.
Da capa à contra-capa, incluindo todas as páginas.
Um trabalho admirável pela qualidade, fidelidade e tecnologia aplicada.
Todas as edições de VEJA poderão ser consultadas na íntegra na web, um acervo de 40 anos de existência na internet.
Todas as edições poderão ser consultadas na íntegra em formato digital no endereço:

http://veja.abril.com.br/acervodigital

BOLINGO - Abel Duere Benguela Angola



Seu timbre de voz inconfundível mistura a magia, o encanto e a força da mãe África.Show ao vivo gravado em Setembro de 2007.

7 de abril de 2009

GLOBALIZAÇÃO





Do consenso saiu a máxima:
“É preciso globalizar os mercados”.
Daí em diante disseram mais:
“Derrubem tudo...
Todas as barreiras derrubem. Façam cair todos os muros.
Não poderá haver limites para o capital.
Os lucros são mais importantes que homens”.

E assim deu-se a Globalização!
Criou-se para toda nação
um deus-mercado...

Mito sagrado da dominação
Aos poucos foi espalhando pelo mundo
O credo da igreja de Washington
Pecado agora é desobedecer o mercado
Portanto juntem-se todos numa só oração:
Louvai o deus-mercado
Somente ele é capaz de livrar da escravidão...


Quanta enganação deste mandamento!

O miserável povo
No enredo de miseráveis procissões
Vai transferindo dos infernos
Da pobreza...
E da fome
Para os céus das grandes nações
Almas escapeladas
Ungidas pelo fogo dos senhores donos do mundo
Num ritual macabro de miseráveis crucificações...
E nada pode aplacar a fúria do deus-mercado
Que cobra cada vintém
Mesmo daquele que nada mais tem
Para comprar o pão nosso de cada dia
Que alimentaria
O filho seu...

Ó sina das sinas!

Até quando este povo deserdado
Há-de suportar quanta e tanta subjugação?
Até quando!?

Há uma profecia que nasce do espírito das nações vencidas:
“Para vencer a necessidade existe apenas a necessidade de vencê-la”
Este terço precisa ser dobrado no coração de cada fiel
Somente assim
Sob o manto dessa contrição ao Deus puro
Comum e solidário
Todo o povo alcançará o céu
© De João Batista do Lago (Brasil)

3 de abril de 2009

UM POEMA DE LUÍS QUINTAIS

I

O estrépito que o passado faz.

As palavras gritadas.

A terrível máquina de dizer

e calar.

Tudo gira no nada

e no nada se compraz.

Uma fúria ergue-se

no plasma.

Uma cidade é destruída.

Escuta os muros

que se abatem.

Desenha árvores,

o rápido deslizar de nuvens,

o desenho que a mão faz

quando teme agarrar o sentido,

e o sentido é escuro, escuro.

II

O dia acaba, e com ele

a incerta medida dos teus erros.

Uma lâmina de vento

inicia-se no escuro.

A noite apaga o teu zelo.

O vestígio do ontem

cruza o sítio da memória,

somente atenuado

por outras presenças.

III

O rio escurecia

e depois aclarava e depois escurecia.

As árvores gravitavam nas margens

da tua memória,

faziam correr estilos de morte e promessa.

As personagens do inscrevível

seriam afinal mais monstruosas

do que se suspeitara,

e os insectos emudeciam

enquanto o outono regurgitava as suas vítimas.

E tu, tu? E tu fazias abolir

o sentido para fazer eclodir de novo

o novo sentido. E tu procuravas entre despojos

um aro de bicicleta partido,

um casaco com bolsos que dessem para o improvável,

um qualquer outro achado preso à cega geometria

e à circunstância do procurar.

IV

Atravessas a ponte, lês o jornal, alheias-te

do rio, mas o rio sitia-te

com a sua música de eleição,

a que julgaste escutar,

apesar dos sinais de morte

te encadearem

com a sua luz extrema.

Terás tu ainda a certeza do começo

movendo-se no écran

do primitivo medo

de que não há limite,

fuga, consolo.

V

Animal afeiçoado à metamorfose e à fuga,

o rio muda de cor

e tu anotas o denso espelho

e imaginas a métrica

que o levará à foz.

O rio é o teu deserto

e a palavra

apenas palavra

com que o descreves

a tenda onde o provisório

vem habitar.

Luís Quintais nasceu em 1968 em Angola, Luena (exLuso). Antropólogo, poeta e ensaísta, lecciona no Departamento de Antropologia da Universidade de Coimbra. Como antropólogo tem publicado ensaios em diversas revistas da especialidade sobre as implicações sociais e culturais do conhecimento biomédico, em particular sobre a psiquiatria e seus contextos. Como poeta, publicou A Imprecisa Melancolia (1995), Lamento (1999), Umbria (1999), Verso Antigo (2001), Angst (2002), Duelo (2004), obra a que foram atribuídos o Prémio Pen Clube de Poesia e o Prémio Luís Miguel Nava – Poesia 2005 e Canto Onde(2006).

1 de abril de 2009

COMO ARREFECER O PLANETA

Nos últimos tempos tem-se assistido ao debate em torno do planeta Terra, da sua sustentabilidade e preservação num futuro próximo. Muitos são os alertas de cientistas, biólogos, físicos, químicos, políticos e defensores de uma causa que a todos deverá preocupar, afinal estamos a falar do futuro das gerações vindouras. A constante emissão de dióxido de carbono que retém o calor na atmosfera e aquece o planeta está a provocar danos irreparáveis, havendo até quem fale no fim do planeta Terra, tornando-se este inabitável para a vida humana. Não sendo tão alarmista, mas chamando a atenção para o problema João Lin Yun faz uma análise ao equilíbrio da Terra e à sua relação com o sol em termos energéticos, aborda o efeito de estufa, o papel regulador dos oceanos e aponta soluções como reduzir as emissões sem parar a economia, reflorestar, o recurso a novas fontes de energia e sugestões para arrefecer o planeta. O autor termina com os riscos que Portugal já está a sofrer e como irá sair afectado com o aquecimento e conclui com um capítulo onde incentiva a reflexão e mudança de postura de cada um de nós. Uma obra vital e incontornável para o bem-estar e continuidade de todas as espécies.


Edição/reimpressão: 2008
Páginas: 140
Editor: Editorial Presença
ISBN: 9789722339551
Preço c/iva: €12,50




Curriculum do autor:
João Lin Yun é licenciado em Física pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e doutorado em Astronomia e Física pela Universidade de Boston. É Professor Associado no Departamento de Física da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, dividindo a sua actividade entre o ensino e a investigação, na área da Astronomia e Astrofísica. Publica regularmente, em revistas internacionais, artigos científicos com os resultados da sua investigação.

26 de março de 2009

MAIS UM ELO PARA A LUSOFONIA

Escrever é algo mais do que espalhar letras, entornar palavras ou construir frases. Escrever é transmitir ideias, é concretizar desejos, é realizar sonhos, é prolongar a firme voz de comunicar. Escrever é cunhar identidade pela diversidade cultural que une países, regiões, cidades e aldeias.

A Lusofonia não é apenas um conjunto de países onde se fala a Língua Portuguesa. A Lusofonia está espalhada por todos os países do Mundo. Em todos eles existe alguém que fala ou escreve esta tão amada Língua.

Neste Planeta, em que parte da sociedade o considera global, não existem fronteiras para a Lusofonia nem para a Poesia, como defendia António Gedeão: “Minha aldeia é todo o mundo”.

A II Antologia de Poetas Lusófonos surge com os objectivos nobres de promover a Língua Portuguesa, de promover a Lusofonia e de promover os Poetas que espalham as suas veias inspiradoras por todo o Mundo, tal como o fizeram os grandes vultos da Lusofonia, com especial destaque para o Padre António Vieira, que além da Língua conseguiu unir Continentes.

Este é um livro que tenta unir regiões de vários Continentes. Unir poetas que nesta aldeia global, conseguem unir esforços e vontades para levar a efeito este livro.

O Padre António Vieira deixou escrito que um “Livro é um mudo que fala, um surdo que responde, um cego que guia, um morto que vive”. Este livro é apenas mais uma semente lançada ao vento e que, de certo, irá ajudar a promover a Lusofonia no meio de um acordo que já se discute desde o século XIX.

A II Antologia de Poetas Lusófonos apresenta, nestas quase 500 páginas, 134 poetas de 11 países: Angola, Brasil, Canadá, Estados Unidos da América, França, Índia, Inglaterra, Moçambique, Portugal, Suíça e Timor.

As poesias que tatuam as páginas deste livro não são todas de índole académica. Queremos, também, dar voz à poesia mais popular. Mas, uma coisa é certa: neste livro todas as poesias têm mensagem. Todas elas transmitem sentimentos. Todas elas cantam a mesma Língua. E mais, todas elas nasceram tão distantes umas das outras e conseguiram um elo de verdadeira união através da II Antologia de Poetas Lusófonos.

Este livro nasce de uma grande força de vontade, bem espelhada por todos aqueles que nela participam. E, essa força, nasce em cada um dos 134 poetas destes 11 países, que desejaram e conseguiram saltar este obstáculo, que é a fronteira invisível das nações. Alexandre Herculano defendia que “o erro vulgar consiste em confundir o desejar com o querer. O desejo mede obstáculos; a vontade vence-os”.

Esta é uma Antologia que atravessa Oceanos, une Continentes e espalha Mensagens pelo punho de cada um dos 134 Poetas.

A todos eles e a todos aqueles que permitem que a II Antologia de Poetas Lusófonos seja uma realidade, tenho que deixar em nome das equipas editorial e técnica, os mais cordiais e sinceros agradecimentos.

Um especial agradecimento para as Associações, Academias e Instituições que ajudaram a divulgar o regulamento da II Antologia e, um grande abraço a todos os Poetas.

Como escreveu o poeta açoriano, Armando Côrtes-Rodrigues, “O mar da minha vida não tem longes”.

Até à III Antologia de Poetas Lusófonos.

Adélio Amaro

Coordenador Editorial

Quem estiver interesado em adquirir esta Antologia pode faze-lo deste modo:

A II Antologia de Poetas Lusófonos, ficará à venda logo após a apresentação da mesma, nas livrarias em Leiria, Marinha Grande, nas Livrarias Bulhosa em Lisboa e Porto, nas Livrarias Bertrands e FNAC e ficará também à venda através do site http://folheto.paravenda.com, onde poderá fazer as suas compras de maneira segura por internet. Poderão adquirir ainda nas nossas instalações, ou fazendo a sua encomenda através de telefone que nós enviaremos o livro à cobrança.
Contactos:

Folheto Edições e Design, Lda

Praça Madre Teresa de Calcutá

Lote 115, loja 1

2410-363 Leiria

Tel./Fax: 244 815 198

Email: folheto@gmail.com

Blog: http://folhetoedicoesdesign.blogspot.com

17 de março de 2009

II ANTOLOGIA DE POETAS LUSÓFONOS (CONVITE)







Brevemente irei participar da II Antologia de Poetas Lusófonos. A apresentação da obra será no dia 5 de Abril de 2009, no Mosteiro Santa Maria da Vitória, Batalha, Leiria, Portugal.

A cerimónia terá início às 15h30, nas Capelas Imperfeitas do Mosteiro, com a actuação da Orquestra Filarmonia das Beiras, seguindo-se, pelas 16h30 horas, a apresentação da II Antologia de Poetas Lusófonos, no Auditório do Mosteiro da Batalha.

Esta Antologia conta com a participação de quase 140 poetas, oriundos de 12 países. A mesma terá 480 páginas.


A Antologia é editada pela:


Folheto Edições e Design, Lda

Praça Madre Teresa de Calcutá

Lote 115, loja 1

2410-363 Leiria



Tel./Fax: 244 815 198

Blog:
http://folhetoedicoesdesign.blogspot.com



Blog da minha poesia: http://poesiangolana.blogspot.com/

2 de março de 2009

FOI PARA TI...






Foi para ti que criei as rosas.
Foi para ti que lhes dei perfume.
Para ti rasguei ribeiros
e dei ás romãs a cor do lume.



Eugénio de Andrade (Portugal)

12 de fevereiro de 2009

EVOLUTION - THE TRIUMPH OF AN IDEA (NOS 200 ANOS DE DARWIN)

Darwin's On the Origins of Species was breathtaking -- beautifully written, staunchly defended, defiantly radical. Yet it emerged long before paleontologists and geologists worked out the chronology of life on Earth, long before biologists uncovered the molecules that underlie heredity and natural selection. The great irony of Darwin's seminal work is that not until the 20th century would its true power be recognized.

In this remarkable new book, a rich and up-to-date view of evolution is presented that explores the far-reaching implications of Darwin's theory.

A companion to one of the most important television series in PBS history, this dazzling volume with more than 150 color illustrations emphasizes the power, significance, and relevance of evolution to our lives today. After all, we ourselves are the product of evolution, and we can tackle many of our gravest challenges -- from the lethal resurgence of antibiotic-resistant diseases to the wave of extinctions that looms before us -- with a sound understanding of evolution. It can help us see our lives in connection to everything that has come before and to everything on Earth today.

Filled with rich narrative, award-winning science writing, and the most up-to-date information on topics ranging from coevolution, Darwinian medicine, and sexual selection to the origins of language, evolutionary psychology, and the controversies surrounding creationism, Evolution tells in riveting detail the story of a remarkable scientific journey from the emergence, to the triumph, of an idea.

Contents:

Part 1 Slow Victory: Darwin and the Rise of Darwinism
1 Darwin and the Beagle
2 "Like Confessing a Murder": The Origin of Origin of Species
3 Deep Time Discovered: Putting Dates to the History of Life
4 Witnessing Change: Genes, Natural Selection, and Evolution in Action

Part 2 Creation and Destruction
5 Rooting the Tree of Life: From Life's Dawn to the Age of Microbes
6 The Accidental Tool Kit: Chance and Constraints in Animal Evolution
7 Extinction: How Life Ends and Begins Again

Part 3 Evolution's Dance
8 Coevolution: Weaving the Web of Life
9 Doctor Darwin: Disease in the Age of Evolutionary Medicine
10 Passion's Logic: The Evolution of Sex

Part 4 Humanity's Place in Evolution and Evolution's Place in Humanity
11 The Gossiping Ape: The Social Roots of Human Evolution
12 Modern Life, 50,000 B.C.: The Dawn of Us
13 What about God?

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(Portugues, edicao brasileira - O LIVRO DE OURO DA EVOLUÇÃO - O Triunfo de uma Idéia - Ediouro)


O livro começa contando toda a trajetória de Darwin e de sua teoria. Depois, continua através das outras descobertas, mais ou menos contemporâneas, que ajudaram a dar forma e a desenvolver a teoria evolucionista. E prossegue analisando a evolução, de todos os pontos de vista, até os dias de hoje, incluindo visões sobre a extinção de espécies; sobre a co-evolução (animais e plantas, por exemplo, evoluindo juntos, um dependendo do outro) e uma de suas consequências – a eterna luta do homem contra as pragas das lavouras; sobre as mutações de bactérias e vírus (uma análise da SIDA faz parte desta questão) até estudos com macacos e a questão Deus x ciência.

Nenhuma revolução científica pode igualar as descobertas de Darwin no modo como elas perturbaram nossas certezas e confortos anteriores. Ela revolucionou nossa visão quanto ao nosso próprio significado e essência, nos trazendo profundos questionamentos sobre nossa própria existência.

A evolução é uma ideia que junta toda a informação que biólogos e naturalistas reuniram através da história. Ela une o nosso conhecimento recente sobre os genes com o nosso conhecimento sobre o passado biológico e tece uma história de ancestralidade comum para todas as criaturas vivas.

Este livro é parte do projecto “Evolução”, uma co-produção da WGBH/ Unidade Científica da NOVA e Clear Blue Sky Production. O projeto também inclui uma série de televisão de sete capítulos, um site na Internet, uma biblioteca multimídia e um programa educativo extenso.

Se você gosta deste assunto, quer entender a vida no nosso planeta, ou simplesmente é curioso, leia "O Livro de Ouro da Evolução", que é fruto de muita pesquisa e foi escrito especialmente para você.

31 de janeiro de 2009

212 LIVROS GRÁTIS PARA DOWNLOAD




É só clicar no título para ler ou imprimir.


A Divina Comédia -Dante Alighieri
A Comédia dos Erros -William Shakespeare
Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa
Dom Casmurro -Machado de Assis
Cancioneiro -Fernando Pessoa
Romeu e Julieta -William Shakespeare
A Cartomante -Machado de Assis
Mensagem -Fernando Pessoa
A Carteira -Machado de Assis
A Megera Domada -William Shakespeare
A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca -William Shakespeare
Sonho de Uma Noite de Verão -William Shakespeare
O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa
Dom Casmurro -Machado de Assis
Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
Poesias Inéditas -Fernando Pessoa
Tudo Bem Quando Termina Bem -William Shakespeare
A Carta -Pero Vaz de Caminha
A Igreja do Diabo -Machado de Assis
Macbeth -William Shakespeare
Este mundo da injustiça globalizada -José Saramago
A Tempestade -William Shakespeare
O pastor amoroso -Fernando Pessoa
A Cidade e as Serras -José Maria Eça de Queirós
Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
A Carta de Pero Vaz de Caminha -Pero Vaz de Caminha
O Guardador de Rebanhos -Fernando Pessoa
O Mercador de Veneza -William Shakespeare
A Esfinge sem Segredo -Oscar Wilde
Trabalhos de Amor Perdidos -William Shakespeare
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
A Mão e a Luva -Machado de Assis
Arte Poética -Aristóteles
Conto de Inverno -William Shakespeare
Otelo, O Mouro de Veneza -William Shakespeare
Antônio e Cleópatra -William Shakespeare
Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
A Metamorfose -Franz Kafka
A Cartomante -Machado de Assis
Rei Lear -William Shakespeare
A Causa Secreta -Machado de Assis
Poemas Traduzidos -Fernando Pessoa
Muito Barulho Por Nada -William Shakespeare
Júlio César -William Shakespeare
Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
Cancioneiro -Fernando Pessoa
Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público -Fundação Biblioteca Nacional
A Ela -Machado de Assis
O Banqueiro Anarquista -Fernando Pessoa
Dom Casmurro -Machado de Assis
A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
Adão e Eva -Machado de Assis
A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
A Chinela Turca -Machado de Assis
As Alegres Senhoras de Windsor -William Shakespeare
Poemas Selecionados -Florbela Espanca
As Vítimas-Algozes -Joaquim Manuel de Macedo
Iracema -José de Alencar
A Mão e a Luva -Machado de Assis
Ricardo III -William Shakespeare
O Alienista -Machado de Assis
Poemas Inconjuntos -Fernando Pessoa
A Volta ao Mundo em 80 Dias -Júlio Verne
A Carteira -Machado de Assis
Primeiro Fausto -Fernando Pessoa
Senhora -José de Alencar
A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
A Mensageira das Violetas -Florbela Espanca
Sonetos -Luís Vaz de Camões
Eu e Outras Poesias -Augusto dos Anjos
Fausto -Johann Wolfgang von Goethe
Iracema -José de Alencar
Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
Os Maias -José Maria Eça de Queirós
O Guarani -José de Alencar
A Mulher de Preto -Machado de Assis
A Desobediência Civil -Henry David Thoreau
A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
A Pianista -Machado de Assis
Poemas em Inglês -Fernando Pessoa
A Igreja do Diabo -Machado de Assis
A Herança -Machado de Assis
A chave -Machado de Assis
Eu -Augusto dos Anjos
As Primaveras -Casimiro de Abreu
A Desejada das Gentes -Machado de Assis
Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
Quincas Borba -Machado de Assis
A Segunda Vida -Machado de Assis
Os Sertões -Euclides da Cunha
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
O Alienista -Machado de Assis
Don Quixote. Vol. 1 -Miguel de Cervantes Saavedra
Medida Por Medida -William Shakespeare
Os Dois Cavalheiros de Verona -William Shakespeare
A Alma do Lázaro -José de Alencar
A Vida Eterna -Machado de Assis
A Causa Secreta -Machado de Assis
14 de Julho na Roça -Raul Pompéia
Divina Comedia -Dante Alighieri
O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
Coriolano -William Shakespeare
Astúcias de Marido -Machado de Assis
Senhora -José de Alencar
Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
Noite na Taverna -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
A "Não-me-toques"! -Artur Azevedo
Os Maias -José Maria Eça de Queirós
Obras Seletas -Rui Barbosa
A Mão e a Luva -Machado de Assis
Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
Aurora sem Dia -Machado de Assis
Édipo-Rei -Sófocles
O Abolicionismo -Joaquim Nabuco
Pai Contra Mãe -Machado de Assis
O Cortiço -Aluísio de Azevedo
Tito Andrônico -William Shakespeare
Adão e Eva -Machado de Assis
Os Sertões -Euclides da Cunha
Esaú e Jacó -Machado de Assis
Don Quixote -Miguel de Cervantes
Camões -Joaquim Nabuco
Antes que Cases -Machado de Assis
A melhor das noivas -Machado de Assis
Livro de Mágoas -Florbela Espanca
O Cortiço -Aluísio de Azevedo
A Relíquia -José Maria Eça de Queirós
Helena -Machado de Assis
Contos -José Maria Eça de Queirós
A Sereníssima República -Machado de Assis
Iliada -Homero
Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
A Brasileira de Prazins -Camilo Castelo Branco
Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
Sonetos e Outros Poemas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage
Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco. -Fernando Pessoa
Anedota Pecuniária -Machado de Assis
A Carne -Júlio Ribeiro
O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
Don Quijote -Miguel de Cervantes
A Volta ao Mundo em Oitenta Dias -Júlio Verne
A Semana -Machado de Assis
A viúva Sobral -Machado de Assis
A Princesa de Babilônia -Voltaire
O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional -Fundação Biblioteca Nacional
Papéis Avulsos -Machado de Assis
Eterna Mágoa -Augusto dos Anjos
Cartas D'Amor -José Maria Eça de Queirós
O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
Anedota do Cabriolet -Machado de Assis
Canção do Exílio -Antônio Gonçalves Dias
A Desejada das Gentes -Machado de Assis
A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
Don Quixote. Vol. 2 -Miguel de Cervantes Saavedra
Almas Agradecidas -Machado de Assis
Cartas D'Amor - O Efêmero Feminino -José Maria Eça de Queirós
Contos Fluminenses -Machado de Assis
Odisséia -Homero
Quincas Borba -Machado de Assis
A Mulher de Preto -Machado de Assis
Balas de Estalo -Machado de Assis
A Senhora do Galvão -Machado de Assis
O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
A Inglezinha Barcelos -Machado de Assis
Capítulos de História Colonial (1500-1800) -João Capistrano de Abreu
CHARNECA EM FLOR -Florbela Espanca
Cinco Minutos -José de Alencar
Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
Lucíola -José de Alencar
A Parasita Azul -Machado de Assis
A Viuvinha -José de Alencar
Utopia -Thomas Morus
Missa do Galo -Machado de Assis
Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
História da Literatura Brasileira: Fatores da Literatura Brasileira -Sílvio Romero
Hamlet -William Shakespeare
A Ama-Seca -Artur Azevedo
O Espelho -Machado de Assis
Helena -Machado de Assis
As Academias de Sião -Machado de Assis
A Carne -Júlio Ribeiro
A Ilustre Casa de Ramires -José Maria Eça de Queirós
Como e Por Que Sou Romancista -José de Alencar
Antes da Missa -Machado de Assis
A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
A Carta -Pero Vaz de Caminha
LIVRO DE SÓROR SAUDADE -Florbela Espanca
A mulher Pálida -Machado de Assis
Americanas -Machado de Assis
Cândido -Voltaire
Viagens de Gulliver -Jonathan Swift
El Arte de la Guerra -Sun Tzu
Conto de Escola -Machado de Assis
Redondilhas -Luís Vaz de Camões
Iluminuras -Arthur Rimbaud
Schopenhauer -Thomas Mann
Carolina -Casimiro de Abreu
A esfinge sem segredo -Oscar Wilde
Carta de Pero Vaz de Caminha. -Pero Vaz de Caminha
Memorial de Aires -Machado de Assis
Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
A última receita -Machado de Assis
7 Canções -Salomão Rovedo
Antologia -Antero de Quental
O Alienista -Machado de Assis
Outras Poesias -Augusto dos Anjos
Alma Inquieta -Olavo Bilac
Agradeco ao meu primo Armando...