Temos a arte para não morrer da verdade. (Nietzsche)
Banco raso Celha cheia Mãos pretas em roupa brancaSilenciosa a lavadeira Pende a frente num trama longo. Carrega um mundo o fumo denso Da boca muda baforado. Ao lado As moscas enxameiam a boquita entreaberta Do seu filho adormecido